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Sinopse

A violência cotidiana contra mulheres no Brasil apavora. Impossível não relembrar a notícia aterrorizante: Tainara Souza Santos teve o corpo arrastado, impiedosamente, por um carro dirigido pelo seu agressor e morreu quase um mês depois do atropelamento. Assim como ela, muitas vítimas eram mães, trabalhadoras, pessoas que tiveram suas vidas interrompidas. Outras tantas sobreviveram, como Juliana Garcia, que fala, com exclusividade para este episódio, como superou a violência que sofreu — ela foi agredida pelo então namorado com 61 socos. A verdade é que histórias de feminicídio e de tentativas de assassinato de mulheres revelam uma realidade cruel que atravessa gerações, classes sociais e regiões. Como disse a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia, "Mata-se a mulher por ser mulher".