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Sinopse

Não é o fim da história, é o começo de uma obra. Quando o mundo pede silêncio, artistas vivendo com HIV respondem com expressão. Para eles, a arte aparece como antídoto contra o apagamento, lugar onde o estigma perde força e o medo ganha nome, forma, página, roteiro, palco, voz. Estas são histórias de quem entendeu que ser visto é um ato revolucionário. De quem sabe que a memória é a única forma de garantir que ninguém seja apagado.